Níveis mais altos de instrução geram benefícios econômicos maiores, segundo a teoria do Capital Humano. Os benefícios pessoais, para o mestrado, são importantes, pois podem ser utilizados como evidências para tomada de decisão do candidato ao curso, do governo e do gestor do próprio curso. O objetivo geral é avaliar o benefício da pós-graduação stricto sensu, no âmbito pessoal, segundo a percepção de seus egressos. O levantamento, limitado a mestres egressos respondentes da Universidade Federal de Santa Catarina, avalia as situações de benefícios com auxílio de coeficientes de variação. Os benefícios financeiros variaram de 0,54 até 9,65 salários mínimos mensais, com média ponderada de 3,19 salários mínimos mensais. Houve variação significativa na renda após o curso para 43,48% dos mestres. O mestrado gerou benefício financeiro efetivo apenas em três circunstâncias: mestres que possuem também o doutorado; mestres com cargos públicos que remuneram mais por possuir títulos; e mestres que auferiam rendas baixas antes do mestrado e hoje atuam somente na docência.
por Tiago Guimarães Barth - Mestrado em Contabilidade pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Técnico Administrativo em Educação na Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS).
Sandra Rolim Ensslin Doutora pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Pós-Doutorado pela Universidade de Valência e Professora da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
Altair Borgert - Doutor pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Professor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
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