MEDIDA PROVISÓRIA Nº 582, DE 20 DE SETEMBRO DE 2012
Altera a Lei nº 12.546, de 14 de dezembro de 2011, quanto à contribuição previdenciária de empresas dos setores industriais e de serviços; permite depreciação de bens de capital para apuração do Imposto de Renda; institui o Regime Especial de Incentivo ao Desenvolvimento da Infraestrutura da Indústria de Fertilizantes; altera a Lei nº 12.598, de 22 de março de 2012, quanto à abrangência do Regime Especial Tributário para a Indústria de Defesa; altera a incidência da Contribuição para o PIS/PASEP e da COFINS na comercialização da laranja; reduz o Imposto de Renda devido pelo prestador autônomo de transporte de carga; e dá outras providências.
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RESOLUÇÃO
Nº 101, DE 19 DE SETEMBRO DE 2012
Altera a Resolução CGSN
nº 94, de 29 de novembro de 2011, que dispõe sobre o Simples Nacional.
O COMITÊ GESTOR DO SIMPLES
NACIONAL, no uso das competências que lhe conferem a Lei Complementar nº 123,
de 14 de dezembro de 2006, o Decreto nº 6.038, de 7 de fevereiro de 2007, e o
Regimento Interno aprovado pela Resolução CGSN nº 1, de 19 de março de 2007,
resolve:
Art. 1º O art. 76 da
Resolução CGSN nº 94, de 29 de novembro de 2011, passa a vigorar com a seguinte
redação:
"Art. 76.
...................................................................................
...................................................................................................
IV -
..........................................................................................
...................................................................................................
j) não emitir documento
fiscal de venda ou prestação de serviço, de forma reiterada, observado o
disposto nos arts. 57 a 59 e ressalvadas as prerrogativas do MEI nos termos da
alínea "a" do
inciso II do art. 97;
...................................................................................................
........................................................................................"
(NR)
Art. 2º A Resolução CGSN
nº 94, de 2011, passa a vigorar acrescida do art. 130-A, com a seguinte
redação:
"Art. 130-A. Os
débitos apurados na forma do Simples Nacional referentes ao ano-calendário
2007, inscritos em Dívida Ativa da União, poderão ser parcelados mediante
regramento diverso do estabelecido na Seção VI do Capítulo II desta Resolução.
Parágrafo único. As regras
aplicáveis ao parcelamento dos débitos referidos no caput serão definidas
mediante portaria a ser editada pela Procuradoria-Geral da Fazenda
Nacional."
Art. 3º Esta Resolução
entra em vigor na data da sua publicação.
CARLOS ALBERTO FREITAS
BARRETO
Presidente do Comitê
Integra: RESOLUÇÃO Nº 101/2012
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº
1.291, DE 19 DE SETEMBRO DE 2012
Dispõe sobre o Regime Aduaneiro Especial de
Entreposto Industrial sob Controle Informatizado (Recof).
O SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL no
uso das atribuições que lhe conferem os incisos III e XXVI do art. 280 do
Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal do Brasil, aprovado pela
Portaria MF nº 203, de 14 de maio de 2012, e tendo em vista o disposto nos
arts. 420 a 426 do Decreto nº 6.759, de 5 de fevereiro de 2009, resolve:
Art. 1º A concessão e a aplicação do regime
aduaneiro especial de entreposto industrial sob controle informatizado (Recof) serão
efetuadas com observância do disposto nesta Instrução Normativa.
CAPÍTULO I
DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Art. 2º O Recof permite a empresa
beneficiária importar ou adquirir no mercado interno, com suspensão do
pagamento de tributos, mercadorias a serem submetidas a operações de
industrialização de produtos destinados à exportação ou ao mercado interno.
IN Nº 1.291/2012 Completa Clique aqui
SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº
101, DE 18 DE SETEMBRO DE 2012
ASSUNTO: Imposto sobre a Renda de Pessoa
Física - IRPF
EMENTA: Isenção: Ganho de Capital - Alienação
de Imóveis para Aquisição de Imóvel Residencial localizado no País. Alienação
condicionada à aprovação de financiamento pelo Sistema Financeiro de Habitação
(SFH). Prazos. Na alienação sob condição suspensiva, em que a alienação está
condicionada a aprovação de financiamento pelo sistema financeiro de habitação
(SFH), a data da alienação é a da aprovação do financiamento, momento do
implemento da condição desde que expressamente prevista tal condição no
instrumento contratual.
O prazo de 180 (cento e oitenta) dias para
aplicação do produto para o gozo da isenção do imposto começa a fluir a partir
da aprovação do financiamento pela instituição financeira e celebração do
contrato definitivo de compra e venda. A aplicação parcial do produto da venda
implicará tributação do ganho proporcionalmente ao valor da parcela recebida e
não aplicada. A condição suspensiva de alienação deve vir expressa no
respectivo instrumento de "Promessa de Compra e Venda" para que se configure
ato jurídico sob condição suspensiva. Caso contrário, considera-se consumada a
transmissão do imóvel na data da assinatura do documento inicial, não
importando se a alienação foi contratada a prazo ou financiada pelo SFH.
DISPOSITIVOS LEGAIS: art. 39 da Lei nº
11.196, de 21 de novembro
de 2005; Lei nº 7.713, de 1988; Lei nº
5.172/66; art. 140 do
RIR/99, CC - Lei nº 10.406/2002.
MÁRIO HERMES SOARES CAMPOS
Chefe
Integra: SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 101/2012
SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº
102, DE 19 DE SETEMBRO DE 2012
ASSUNTO: Contribuições Sociais
Previdenciárias
EMENTA: CESSÃO DE MÃO DE OBRA. SERVIÇOS DE
MONTAGEM DE ESTRUTURA METÁLICA. BASE DE CÁLCULO. COMPENSAÇÃO. 1. Os serviços de
montagem de estruturas metálicas sujeitam-se à retenção quando executados
mediante cessão de mão de obra ou empreitada. 2. Não havendo discriminação dos
valores dos equipamentos/materiais em contrato, mas verificada a discriminação na
nota fiscal ou na fatura de prestação de serviços, a base de cálculo da
retenção deverá corresponder, no mínimo, a 35% (trinta e cinco por cento) do
valor bruto da nota fiscal ou fatura. 3. Nos casos de subcontratação, poderá a
empresa contratada deduzir do valor da retenção a ser efetuada os valores
retidos da subcontratada, desde que: a) comprovadamente recolhidos pela
contratada; b) os documentos envolvidos se refiram à mesma competência e ao
mesmo serviço e c) sejam observados os procedimentos descritos nos §§ 1º e 2º
do art. 127 da Instrução Normativa RFB nº 971, de 2009. 4. A compensação do
valor retido deverá ser feita na guia de arrecadação relativa ao
estabelecimento que sofreu a retenção, na mesma competência ou em competências
subsequentes. 5. Eventual saldo de retenção em favor do sujeito passivo que não
pôde ser compensado no estabelecimento que efetuou a retenção, poderá ser
compensado por qualquer outro estabelecimento da empresa cedente da mão de obra,
inclusive nos casos de obra de construção civil mediante empreitada total, na
mesma competência ou em competências subsequentes.
DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº 8.212, de 1991,
art. 31; Regulamento da Previdência Social, aprovado pelo Decreto nº 3.048, de 1999,
art. 219, §§ 7º e 8º; Instrução Normativa RFB nº 971, de 2009, arts. 115, 116,
117, 118, 121, 122, 123, 127, 142 e 322; Instrução Normativa RFB nº 900, de
2008, art. 48.
MÁRIO HERMES SOARES CAMPOS
Chefe
Integra: SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 102/2012
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